📍 Brasil chega a 365 mil pessoas em situação de rua, aponta UFMG

Imagem gerada por Inteligência Artificial

🏙️📈 O número de pessoas vivendo nas ruas no Brasil chegou a 365.822 no fim de 2025. O total cresce de forma contínua desde 2022, segundo dados do CadÚnico analisados pela UFMG.

  • Por que isso importa: O aumento mostra que as políticas atuais não estão conseguindo conter a exclusão social. Também indica pressão crescente sobre sistemas de assistência, saúde e cidades.

🧠 O que está acontecendo: A maioria dessa população está no Sudeste, com São Paulo concentrando quase metade do total.

  • Pesquisadores apontam falhas em políticas de moradia, trabalho e proteção social.

  • Crises pós-pandemia e eventos climáticos agravaram o cenário.

🔍 Nas Entrelinhas: O custo de medicamentos, aluguel e comida empurra pessoas para a rua.

  • A falta de requalificação profissional e o avanço tecnológico dificultam a volta ao mercado de trabalho.

🖼️ O quadro geral: Governos ampliaram programas e repasses, mas os números continuam subindo. A tendência indica que as medidas atuais não estão revertendo o problema.

💭 Nossa opinião: Sem política estruturante de moradia e renda, o crescimento continuará.

📍Copacabana remove marquises para afastar usuários de drogas e moradores de rua

🏙️🚫 Moradores e lojistas da Rua Tonelero, situada na cidade do Rio de Janeiro, derrubaram marquises para impedir que pessoas durmam nas calçadas. A decisão ganhou visibilidade após vídeos mostrarem prédios sem cobertura perto do metrô Siqueira Campos.

  • Por que isso importa: A medida mostra como a falta de política pública está sendo substituída por soluções improvisadas e excludentes. Também evidencia o agravamento da crise social e urbana no Rio.

🧠 O que está acontecendo: Desde novembro de 2025, aumentou a presença de usuários de crack na região, levando condomínios a aprovar a remoção das marquises.

  • A prefeitura informou que os imóveis tinham licença para a demolição.

  • Comerciantes dizem que as ações públicas são pontuais e ineficazes.

🔍 Nas Entrelinhas: A estratégia apenas desloca o problema, sem resolvê-lo.

  • As pessoas migram para ruas próximas, repetindo o ciclo.

🖼️ O quadro geral: Os atendimentos a pessoas em situação de rua cresceram mais de 260% em um ano, e MPF, DPU e DPRJ acionaram a Justiça contra a prefeitura por omissão. Sem coordenação intersetorial, a cidade segue trocando política pública por arquitetura hostil.

💭 Nossa opinião: Isso não é gestão urbana, é apenas empurrar a crise para fora do campo de visão..

📍Alep reage a internações forçadas de pessoas em situação de rua no Paraná

🏛️ A Assembleia Legislativa do Paraná convocou uma reunião emergencial para a segunda-feira passada (19/1) com a finalidade de discutir políticas de internação involuntária adotadas por Curitiba e São José dos Pinhais. As medidas já provocam protestos e críticas de entidades de direitos humanos.

  • Por que isso importa: A internação forçada envolve direitos fundamentais e pode reabrir práticas de institucionalização que a Reforma Psiquiátrica tentou superar. Também redefine como o poder público lida com pobreza, exclusão e saúde mental.

🧠 O que está acontecendo: Prefeituras passaram a autorizar internações involuntárias de pessoas em situação de rua, alegando segurança pública.

  • Curitiba publicou portaria em dezembro de 2025; São José dos Pinhais seguiu com decreto em janeiro de 2026.

  • Um caso recente de internação forçada já ocorreu em Curitiba.

🔍 Nas entrelinhas: A crítica central é que o hospital está sendo usado para lidar com problemas sociais complexos. O Conselho Regional de Psicologia alerta para risco de ruptura de vínculos e retorno a práticas de exclusão.

🏃 Resumindo: O Legislativo, movimentos sociais e o MP vão debater a legalidade e os impactos dessas medidas.

  • Um ato público contra as internações forçadas foi convocado para o mesmo dia.

🖼️ O quadro geral: O Paraná entra numa disputa política e ética sobre se a resposta à população em situação de rua deve ser cuidado em rede ou coerção institucional, com pressão crescente da sociedade civil.

💭 Nossa opinião: Tratar exclusão social como caso de polícia ou hospital é um atalho perigoso que tende a produzir mais violência, não mais cuidado.

📍GDF transforma emprego em política de saída da população de rua

🏙️ O Distrito Federal passou a empregar pessoas que viveram nas ruas e a exigir cotas de contratação em empresas terceirizadas, convertendo assistência social em estratégia de reinserção produtiva.

  • Por que isso importa: Porque sem renda e trabalho não há saída sustentável da rua, e a medida tenta romper o ciclo da exclusão em vez de apenas administrar a emergência.

🧠 O que está acontecendo: O GDF criou 15 cargos comissionados para pessoas egressas da rua e determinou que empresas contratadas reservem 2% das vagas para esse público.

  • Mais de 200 pessoas já foram empregadas.

🔍 Nas Entrelinhas: A política parte do reconhecimento de que não existe um único “perfil” de pessoa em situação de rua.

  • Emprego só funciona quando vem acompanhado de moradia, qualificação e suporte social.

🏃 Resumindo: As histórias mostram o mesmo padrão: sair do abrigo, recuperar autonomia e reconstruir projetos de vida.

  • O trabalho aparece como o verdadeiro ponto de virada.

🖼️ O quadro geral: O GDF tenta transformar uma política emergencial em política de autonomia, num contexto em que a população em situação de rua continua crescendo.

💭 Nossa opinião: A iniciativa é relevante porque desloca o foco da gestão da pobreza para a reconstrução de trajetórias.

📍 STF barra demolição e evita despejo de 140 famílias em Guarulhos

🏠⚖️ Alexandre de Moraes suspendeu a ordem que previa a demolição de moradias no Parque Estadual de Itaberaba. A decisão evita a remoção imediata de famílias em situação de vulnerabilidade social.

  • Por que isso importa: A medida impede um despejo em massa sem plano de reassentamento. Também reforça que a proteção ambiental não pode ignorar direitos fundamentais.

🧠 O que está acontecendo: O STF suspendeu a liminar que mandava demolir casas em área de conservação.

  • A prefeitura alegou que não há capacidade de acolher 140 famílias de uma só vez.

  • A ocupação existe desde a criação do parque, em 2010.

🔍 Nas Entrelinhas: O Supremo não julgou o mérito ambiental do caso.

  • A decisão foca no risco social imediato e na ausência de medidas de mitigação.

🖼️ O quadro geral: O STF sinaliza que ações ambientais precisam ser coordenadas com políticas sociais. Sem planejamento, decisões judiciais podem gerar crises humanitárias locais.

💭 Nossa opinião: Proteger o meio ambiente é essencial, mas não pode significar jogar pessoas vulneráveis em situação ainda pior.

E mais:

📋 EXPEDIENTE:

Curadoria, Análise e Edição Final: Cláudio Cordovil Oliveira (Fiocruz)

Uso de IA: IA foi ferramenta empregada para otimização de síntese, e não como autora do conteúdo.

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